Olá Amados!!
Hoje recebi um lindo e-mail, apreciem...
O VALE DOS OSSOS SECOS (Ezequiel 37)
Senhor, tu és santo! Santo, santo, santo! Tu és santo!
Santo, santo, santo, santo, santo, santo!
Quando eu pecava contra ti,
E as obras da carne me consumiam,
Elas iam me consumindo
Até fazer de mim um ajuntamento de ossos secos,
Como aqueles que a Palavra do Senhor cita em Ezequiel 37 -
Sem utilidade, improdutiva, morta, sem vida, sem graça!
O exterior estava belo, vivo,
"Decorado com os mais belos ornamentos"
E a maquiagem soava como uma discreta
E bela máscara, mas no interior tudo estava em ruínas,
Meu espírito chorava, tudo estava em pedaços...
Estava incompleto, sujo, apavorante, ruim de se ver.
Imaginado a triste e terrível - talvez até assustadora para alguns -
Imagem do vale de ossos secos,
Posso imaginar como estava dentro de mim.
Um dia, observando, o Senhor,
O clamor do meu espírito, visitou o meu interior
E caminhando por dentro deste triste "vale",
Percorrendo e observando o que restou dele,
Teve misericórdia, imagino-o chorando e dizendo
"Filha minha, como deixou chegar a este ponto,
Como deixo este vale que eu cuidei com tanto amor, morrer",
E chorou...
Por amor a mim, ouvindo e não resistindo
Ao clamor e o choro da minha alma,
Visitou-me e disse: "haja vida!".
Limpou as cinzas, fortaleceu os ossos,
Expulsou todo o "consumidor" que me consumia dia-a-dia,
Pôs luz no lugar de trevas,
Começou a dar vida ao meu interior
E o seu Espírito, o Espírito Santo,
Começou a se alegrar em mim.
Meus olhos passaram a ver,
Meus ouvidos ouviam,
Minha boca voltou a falar
E recitar novos cânticos ao meu Senhor.
Os pássaros voltaram a cantar,
O sol brilhou mais forte,
No vale não havia mais ossos.
O céu estava mais azul
E as árvores cheias de lindos e saborosos frutos,
Tantos que não se podiam contar!
O milagre havia sido feito.
Quem mais visitaria o mais profundo do meu ser,
Do meu "vale"?
Quem se arriscaria percorrê-lo?
Mais Ele visitou, contemplou a ruína, chorou...
Teve compaixão de mim...
Ninguém mais faria isso...
Ninguém! Hoje sou grata, pois o choro,
O clamor do meu espírito foi ouvido
E o que era trevas, virou luz,
O que era tristeza virou alegria!
Hoje canto e louvo o meu Salvador,
Para Ele e com Ele eu vivo hoje e eternamente!
Eu amo, amo, amo o meu Senhor porque
Ele é bom e a sua misericórdia dura para sempre!
Hoje, com meus olhos abertos
E meu coração amolecido, contemplo um outro vale,
Cheio de ossos secos, de um exército morto,
Porém hoje não estou entre eles,
Mais sou como o profeta,
Que será um instrumento de Deus
Para fazer reviver o que estava morto!
Me coloco imóvel até que o Senhor me use,
Estou à sua disposição...
Por acaso, pode o martelo se recusar ao seu chamado,
Quando o seu dono o tem nas mãos?
Na verdade, tudo que quero é estar
Nas mãos do meu Mestre, meu Senhor.
O que aconteceria, se, utilizando o seu livre arbítrio,
O martelo não quisesse ir às mãos do seu dono para servi-lo?
A obra não seria feita, contudo,
o martelo estaria só, entregue à ferrugem
E às teias de aranha, por não haver quem o limpe
E cuide dele, seria corroído e inútil.
Aquele instrumento forte e imbatível,
Que construiu tantas boas obras,
passaria a ser menos que nada.
Hoje sou luz, sou sal e trago em mim o alimento
Para ser usada pelo meu Senhor,
Como instrumento nos Vales de ossos secos!
Graças ao meu bom Mestre, meu Salvador,
Meu Senhor amado!
A Ele toda honra e toda glória, Amém!
Graça e paz!
Juliana Grace
Luana Alexandre
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